Pular para o conteúdo principal

Caminhões estão envolvidos em 25% dos acidentes nas estradas.

A cada quatro acidentes em estradas, um caminhão está envolvido. O JH ensina qual a velocidade e a distância corretas, além de truques para uma ultrapassagem segura durante a viagem.

Caminhões e carretas cada vez maiores e mais potentes e motoristas a passeio apressados. Combinação de alto risco. “Tem alguns caminhoneiros meio distraídos”, comenta o motorista do carro. Para quem dirige a carreta, a opinião é diferente. “Eles andam muito colados, muito próximo da traseira do caminhão.”

A distância mínima ideal é de dois segundos ou cerca de 50 metros do veículo da frente. O suficiente para se fazer uma frenagem de emergência.

Evite ficar atrás de caminhões e carretas. Muitas vezes o caminhoneiro dá uma ajuda, como Rodrick Dias de Souza. Ele ensina alguns códigos:

- Seta para a direita é caminho livre;

- Luz esquerda piscando: espere.

O perito de trânsito, Paulo Ademar, dá mais dicas:

- A velocidade do carro deve estar sempre 20 quilômetros por hora a mais que da carreta e você vai precisar de, no mínimo, 250 metros para iniciar e concluir uma ultrapassagem segura. “O ideal é quando você está num carro mil, você faça a opção de ultrapassar somente nas descidas. O caminhoneiro tem uma limitação da velocidade dada pelo tacógrafo e ele vai colocar o pé no freio.”

- Concluída a ultrapassagem nunca pare o carro bruscamente. “Uma carreta carregada gasta no mínimo 200 metros pra poder parar a uma velocidade de 80 quilômetros por hora”, completa Rodrick.

- A ultrapassagem é sempre mais arriscada em curvas para a direita por causa do chamado ‘ponto cego de visão’. Em locais assim o motorista de carro de passeio fica mais exposto ao risco por não conseguir enxergar o que o espera alguns metros a frente.

- Na curva aberta à esquerda a manobra é mais tranquila. “Se aquele carro branco começa a fazer uma ultrapassagem ele tem visibilidade a partir daquele ponto de tudo que ta acontecendo no sentido contrário.”

Na chuva, fique atento a mais duas situações:

- As rodas dos caminhões jogam muita água no para-brisa de quem vem atrás, atrapalhando a visibilidade na hora da aproximação para a ultrapassagem.

- Cuidado também com o excesso de água na pista. “Carro mais pesado não aquaplana, mas o carro menor vai aquaplanar. Pode ser que você venha a perder o contato do pneu com o piso e você ficar sem dirigibilidade. Se for curva pra direita, você vai pra contramão e pode morrer.”

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/11/caminhoes-estao-envolvidos-em-25-dos-acidentes-nas-estradas.html

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Devolução de imóvel comprado na planta: conheça seus direitos!.

A dificuldade financeira é o principal motivo que leva compradores a quererem devolver um imóvel adquirido ainda na planta. Com a instabilidade econômica do País, muitas pessoas perderam o emprego e, consequentemente, a renda para arcar com as parcelas de um financiamento de imóvel. Atualmente, de acordo com o Jusbrasil, aproximadamente 30% das vendas que são feitas, em menos de 1 ano, acabam por serem objeto de devolução. A relação entre as partes, comprador do imóvel e construtora, está sujeita às regras do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/98). De acordo com a lei, o interesse em devolver o imóvel para a construtora deve ser manifestado até a entrega das chaves e o consumidor tem direito à resilição do contrato e a restituição das quantias pagas na porcentagem de 90%. No entanto, muitas construtoras não praticam o que determina a lei e se recusam a devolver este valor, que é um direito do consumidor. Algumas oferecem a devolução de apenas uma parte do valor pago pelo imóvel.…

STJ aprova sumula 405 pacificando o entendimento sobre o prazo prescricional de 3 anos para demanda do seguro DPVAT.

Súmula da Segunda Seção trata do prazo prescricional de 3 anos para pedir a indenização do seguro DPVAT na Justiça Em decisão unânime, a Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça aprovou mais uma súmula. O verbete de nº 405 trata do prazo para entrar com ação judicial cobrando o DPVAT. A nova súmula recebeu a seguinte redação: A ação de cobrança do seguro obrigatório (DPVAT) prescreve em três anos. No precedente mais recente a embasar a nova súmula, os ministros da Seção concluíram que o DPVAT (seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres) tem caráter de seguro de responsabilidade civil, dessa forma a ação de cobrança de beneficiário da cobertura prescreve em três anos. O relator, ministro Luis Felipe Salomão, votou no sentido que o DPVAT teria finalidade eminentemente social, de garantia de compensação pelos danos pessoais de vítimas de acidentes com veículos automotores. Por isso, diferentemente dos seguros de responsab…

Comemore o Dia do Consumidor, aproveite as promoções, mas fique de olho!

Desconfie de preços abaixo dos praticados no mercado e, antes de comprar, faça uma busca de reputação da empresa em sites de reclamações

*Por Graziela Vellasco

Em 15 de março é celebrado mundialmente o dia do consumidor e inúmeras ofertas já se iniciaram na televisão e internet, mas, antes de sai aproveitando as promoções é preciso ter cuidado, principalmente nas compras em lojas virtuais! No universo online essa atenção deve ser redobrada, pois fraudes virtuais são comuns e o consumidor precisa estar atento. Mesmo que as ofertas para compras online sejam veiculadas por grandes redes televisivas, isso não deve ser interpretado como sinônimo de garantia. As emissoras não são responsáveis pelos anúncios. Por isso, antes de comprar em lojas virtuais é importante observar alguns requisitos importantes. A Lei 7.962/13, determina que os sites disponibilizem em destaque e de fácil visualização o nome empresarial, o CNPJ e inscrição estadual,endereço físico e eletrônico e demais informações neces…